sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

01:14 a.m

         Bom Jack, tu ainda não sabe da existência desse blog estranho aqui, mas ele é um diário onde eu escrevo pra ti, não todos os dias, mas quando eu acho uma folga de madrugada. No dia 7 de janeiro de 2012 (terça-feira) eu fui até aí. Estava de folga. Nem preciso dizer que a gente ficou né. Lembra do primeiro olhar que a gente trocou na primeira vez que a gente ficou em março do ano passado? O nosso primeiro beijo? Foi a sensação que eu tive quando te beijei. Sabe aquele gostinho de saudade? Me segurei pra não chorar, de verdade! Por talvez uma última vez te tive de volta pra mim por uma tarde. A chuva, o mesmo beijo, o mesmo olhar... é impossível descrever pra ti a sensação. Pra ti talvez não tenha feito diferença, mas pra mim fez toda !
        Hoje eu entrei na net, e tu não estava online. Senti falta do boa noite e das risadas que tu me causa antes de dormir OPASK'.















                                                                                                               psiiiu... eu sinto saudade.

                   Boa noite meu amor s2'

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

J.C

   Boa tarde amor!
   Bom, pra mim ter vindo postar aqui hoje tão cedo é porque a coisa ta séria, vai dizer ;x
   Faz dois seguidos que não consigo dormir. Fico pensando em ir ao teu encontro, te ter por uns minutos. Sabe-se lá onde tu esteja agora, mas quando voltar, eu to aqui, esperando pra te ver.
   Tentei escrever uma carta pra você ontem, mas desisti quando fui escrever que sentia sua falta. Tem algo que me impede de te escrever.
    As coisas estão difíceis por aqui. Me lembrei que ontem fazem exatamente 11 meses que a gente se conheceu, foi rápido demais né, eu imagino o que tu deve pensar ;x
    Eu te amo tá, :x
 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


"E se for tarde demais?" Aí a gente aproveita a madrugada...

Ás vezes é tarde demais.

Ele: Boa noite, pequena.
Ela: Boa noite.
Silêncio.
Ele: Já dormiu?
Ela: To quase. Porquê?
Ele: Nada.
Silêncio de novo.
Ele: Pequena?
Ela: Fala.
Ele: Você sabia que você foi a melhor coisa que já me aconteceu?
Ela: Ah, obrigada.
Silêncio de novo.
Ele: Ainda tá acordada?
Ela: TÔ, CARALHO. FALA LOGO.
Ele: Nada não, esqueci.
Ela: PORRA, ALÉM DE NÃO DEIXAR A GENTE DORMIR, AINDA É POR BESTEIRA. BOA NOITE.
Ela dorme e ele começa a rabiscar algumas palavras em um pedaço de papel enquanto uma lágrima escorre de seu rosto.
Ela acorda, vê o lado da cama vazio e um bilhete, parcialmente molhado.
"Bom dia, meu anjo. Dormiu bem? Espero que sim. Peço desculpas por ontem à noite, mas eu precisava ouvir sua voz antes de dormir. E hoje saí logo cedo, pra uma última caminhada no parque. Lembra que eu disse que fui ao médico há 6 anos, antes de nos conhecermos e ele diagnosticou câncer de laringe? Então, era verdade. Mas o que não te disse é que ele disse que eu tinha 6 anos de vida apenas. E lembra semana passada quando eu fui ao médico, tossindo muito? Ele disse que eu não passaria por essa noite. E lembra que você acordou várias vezes a semana toda comigo tossindo e cospindo sangue? Pois é. Era meu corpo avisando que eu tava no fim. Mas não queria te assustar. Antes de eu partir, espalhei pela casa algumas surpresas. Quero que tire o dia para encontrá-las. Te amo, meu amor. Para sempre".
Com lágrimas nos olhos, ela desce a escada, que estava coberta de margaridas, sua flor favorita. Chegando à sala, um filhote de cachorro com um lacinho no pescoço dormia no sofá. Havia um bilhete: "Sempre quisemos um filho, se lembra? Aqui está.". Ela fez carinho nele e foi à cozinha, chorando. Uma mesa de café da manhã montada: pães, patês, geléias, sucos, frutas, café... E uma foto dele na outra ponta da mesa, onde costumava se sentar. Um bilhete: "Tome um café comigo.". Depois de uma farta refeição, ela caminhou para o jardim. No banco onde costumavam se sentar e ver o pôr do sol, uma caixinha. Dentro, uma aliança com os dizeres "Sempre seu".